sexta-feira, 6 de novembro de 2015

VAMOS CONSTRUIR ECOPOLO em Maraú?

aliancaluz@aliancaluz.org Nossos sites são: www.aquaponia.org.br www.aliancaluz.org www.equilibrium.org.br Entrem em contato através do e-mail ecopolo@equilibrium.org.br http://equilibrium.org.br/portal/ecopolos/ecopolo1/ enric@aliancaluz.org (Skype enrictoledo) - Fone Institucional: (11) 2897-4551 Wagner A. Anunciato : wagner@aliancaluz.org (Skype wannunci) ecopolo@equilibrium.org.br, enric@aliancaluz.org, wagner@aliancaluz.org Saiba mais: http://equilibrium.org.br/portal/ecopolos/ecopolo1/ Esse link é do 1ª Ecopolo da Aliança Luz, que já adquiriu terreno na Serra da PIRACAIA em SP. "Ahhh! que mundo lindo teremos daqui algumas décadas, precisamos de mais cadeias, mais armas, mais violência...Também de mais flúor na água, de mais tóxicos na comida, de mais quimioterapia... Também precisamos de mais capitalismo perverso, já que ele é incrível... Enquanto o pessoal se prende na posse, esquece-se do compartilhar, do cooperar... Enquanto na posse, todo "outro" é um risco a ser eliminado... Quanto mais desigualdades, mais violência e tragédia. A raiz do problema não está no vídeo, está no sistema perverso que leva ao cenário caótico. Enquanto o povo se mata, enquanto os policiais se matam, a elite anda de iate, passeia em Miami, imprimem dinheiro, comandam estados, nações e o planeta... Aumentam os impostos; Tá na hora de avaliar o paradigma e esquecer um pouco o sintoma ou estaremos fadados ao auto extermínio" (comentário de Wagner Annunciato). Minha reflexão: Sabemos de tudo isso e constatamos que mesmo um Projeto como o da AAL/EQUILIBRIUM, que a princípio priorizava um viver simples sustentável com administração dos recursos compartilháveis, aos poucos, vai enveredando pela grandiosidade dos sonhos e das propostas surreais, o que enseja uma reflexão: vale a pena investir em um projeto hiper-mega complexo que, a cada dia preocupa-se em adquirir mais terras, expandir suas áreas ao invés de terminar o primeiro ECOPOLO PIRACAIA I e PIRACAIA II? Vemos que este não será um modelo fixo e único, porque cada território ou região tem suas peculiaridades e aptidões que poderão interessar a uns mais que a outros grupos, a depender dos seus empreendimentos, suas aptidões e suas convicções; aí não será problema porque há possibilidade de permuta do imóvel entre os associados e entre os ECOPOLOS de várias regiões do Brasil assim como será permitido desistir e receber o dinheiro investido de volta. Quanto a possibilidade desse Projeto estender-se a outros países, a questão é: quantos membros cotistas escrevem/falam pelo menos inglês ou outras línguas para acompanhar a administração e se inteirar das gestões e demais atos dos dirigentes aqui e no estrangeiro? Qual grupo está capacitando-se para interpretar a Legislação Estrangeira e adequá-las à Legislação Brasileira? Certamente não seria problema porque existem pessoas capacitadas e a Lei da Transparência Fiscal Brasileira (e a Legislação no exterior?). O atual sistema capitalista enseja debates ideológicos ou não. Travamos lutas intestinas no seio da família, que por vezes se confunde entre edificar uma aculturação capaz de resistir aos chamamentos para consumismo insustentável; achar que suas crianças podem assistir novelas, filmes e games impróprios, já que crianças e jovens internalizam facilmente as “lições” recebidas via TV ABERTA; ou que a escola sozinha e seus profissionais da educação poderiam, a despeito do sistema, arcar integralmente com a educação dos seus filhos, quando em casa, não há limites. Nessa dinâmica de adequação social, na tentativa de respeitar as diferenças e as condições de gênero, etnia, religião e até influenciados por tradições herdadas ou replicadas, a tendência é pensar que os valores tradicionais tornaram-se obsoletos e, na busca de tal ‘evolução’ nano-tecnológica como que, devendo adequar-se as necessidades e vicissitudes criadas e impostas sutilmente, o que pode subjugar a massa ignorante (os “inocentes”) sob os imperiosos ardis do consumismo capitalista – TÁ TUDO DOMINADO. Então, prima-se pela transparência no desenvolvimento desse paradigma cuja sistematização intelectual tecnológica - DDC, conquistada ao longo desses seis anos de estudos, experiências e pesquisas, cujas reuniões vão sendo disponibilizados nas redes sociais via YOUTUBE/ FACEBOOK/ LINKEDIN e nos websites, http://equilibrium.org.br/portal/ecopolos/ecopolo1/, e-mail ecopolo@equilibrium.org.br em cumprimento à Lei da Transparência e da obtenção de informações. Assim, tem-se acesso a todas as ações lastreadas por um Estatuto e RI, que também por isso ascendeu ao nível de OSCIP, podendo ser pesquisado por todos aqueles que, reunidos em torno do mesmo ideal de compartilhamento de recursos e aprendizagens, preferem aplicar ou intercambiar mais seus conhecimentos e aprendizagens (de forma consorciada em comodato ou através da aquisição de COTAS) de forma solidária qual seja, aprender, apreender, empreender pela efetivação do Projeto com sustentabilidade, podendo enveredar por um leque de subsistemas (filiais) dentro do modelo-mor: AAL/EQUILIBRIUM; QUAL O LIMITE DESSAS AQUISIÇÕES DE TERRAS? Foi sugerido o mínimo de 30 ECOPOLOS e isso tem que ser registrado em ATA/incluso no Estatuto, para garantir o início, andamento e conclusão do PIRACAIA I e PIRACAIA II que serão os modelos e cuja logística poderá ser replicada nos demais ECOPOLOS, o que significa redução de despesas. Caso contrário seria como replicar o mesmo modelo do sistema capitalista perverso existente. Pela Democracia brasileira, cada cidadão dispende, compulsoriamente, um terço do seu trabalho suado aos impostos compulsórios. QUAL A DIFERENÇA? Enquanto a porta da graça está aberta aos que desenvolve e acumula patrimônio intelectual, a exemplo dos grupos nas OSCIPS, pelo menos ‘teoricamente’, estes conseguem desapegar-se não só do consumismo, mas, contribuir na construção de um paradigma sustentável com qualidade de vida humana e ambiental com sabedoria, longanimidade, tolerância, benignidade, paciência, dignidade, respeito mútuo (gálatas 5:20). E não seria nenhuma maravilha porque diante de tanta descrença, desigualdade social e falta de perspectiva; e muitas vezes alguns grupos enveredando pela porta larga da liberação da canabis e outras drogas, e, em nome do “respeito às diferenças” a maioria prefere praticar hábitos e comportamentos dantes degradantes, mas, que, massivamente, vão, sutilmente/inevitavelmente tornando-se ‘normal’ naturalmente. E quem não seguir a “onda-massificante” que conduz a tais valores depreciativos ou desvirtuados, poderá ser taxado de louco ou coisa pior. Portanto, se queremos nos posicionar como cidadãos, cônscios de seus direitos e deveres por uma política social com respeito aos Direitos Humanos, por uma sociedade sem desigualdades sociais, convém pesquisar, ler as cartilhas, o Estatuto e o RI da AAL/EQUILIBRIUM para então opinar e, nas reuniões e assembleias poder sugerir mudanças concernentes as adaptações que forem necessárias a cada área rural ou urbana no território brasileiro. A maioria dos inscritos nesse paradigma, jovens aspirantes a um trabalho digno e prazeroso, têm se organizado e cada um colaborando com o que sabe fazer no seu grupo de trabalhado, em horários pré-agendados, em regime de mutirão e/ou cooperativismo. Por conseguinte, empregam seus esforços no afã de incluir-se sabendo que jamais estarão sozinhos porque todos são co-responsáveis por tudo e todos, desde que obedecendo ao Estatuto, RI e respectivo Regulamento Interno, mas sem, contudo, contradizer a Legislação (Lei 9.790, Decreto 3.100/1999. Sites que pesquisei: Esse slide: www.tcm.ce.gov.br e, nucleoestrategico@tcm.ce.gov.br) Fonte: www.abrascip.org.br. https://www.facebook.com/ABRASCIP-199494693407026/ (falta atualizar) Mesmo institucionalizada, à condição estatutária/OSCIP, por suas aquisições tecnológicas e mediante DDC disponibilizado no site http://equilibrium.org.br/portal/ecopolos/ecopolo1/. Mostra como podemos nos cadastrar e obter lotes de 30m2 a 500m2 que lhe dá o título de COTISTA, prevendo ações/atividades colaborativas em que os GT (grupos de trabalho) participam ativamente, cultivando a resiliência necessária capaz de superar as polêmicas e discussões pertinentes, porque assim, consegue-se vencer cada estágio, cada desafio, à promoção de um comportamento idôneo esclarecido, em que as diferenças são dirimidas sempre buscando acertar as arestas e equilibrar as diferenças de opiniões. Para isso, pode ser necessário cursos de capacitação ou formação específica na realização de um Projeto tão ousado e libertador - viver com qualidade de vida, retirando da natureza o que precisa mediante EIA/RIMA do CONAMA para um ZONEAMENTO ECOLÓGICO, que respeite os 20/25 ou 30% (vou verificar) de área intacta ou destinada à servidão ambiental, como determina o Código Florestal, que prioriza também as peculiaridades e/ou vocações sócio econômicas de cada área em determinada região ou território. Sonho que se sonha junto torna-se realidade.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Atualizações Enric Projeto Equilibrium - Novas unidades - Ecopolo

As
pessoas estão cansadas de submeter-se a tantos impostos compulsórios sem um
retorno. Qualidade de vida virá através de uma escolha por Democracia Direta
Científica (DDC) como a desses grupos organizados pelo desenvolvimento de
valores propostos pela comunidade, visando valores sistematizados
isonomicamente. Antes da aposentadoria talvez consigamos nos incluir. Aqui em
Coaraci os herdeiros de Francisco da Hora estão propondo a venda da Fazenda
Petrolina. E qualquer novidade comunicarei no e-mail do Enric e do Wagner. (adaptado por mim)Não
deixem de ler a contextualização do Projeto: Zack Carmo - Gratidão Mariana
Fernandes, caso estejam interessados em conhecer mais detalhes do que se trata
visitem o site ou entrem em contato através do e-mail
ecopolo@equilibrium.org.br
http://equilibrium.org.br/portal/ecopolos/ecopolo1/

quinta-feira, 2 de julho de 2015

DESCONSTRUINDO para inovar

Lucia Carmen De Oliveira Eira Por mais que a gente tente sair da Mátrix, no dia a dia estamos inseridos porque precisaríamos produzir tudo que consumimos sem interferência da MÁTRIX, para não nos sentirmos 'contaminados' por seus produtos. Quem quer retornar a uns dois séculos atrás e viver do que planta e colhe? Já que não podemos formar um grupo (ou vários) com os mesmos ideais vamos rezar e confiar porque esse é um dos desafios: viver entre os dependentes da MATRIX procurando desconstruir, na medida do possível, alguns dos costumes e tradições que cultivamos mesmo involuntariamente, sabendo que temos que respeitar as diferenças e que respeitem as nossas também.